
Fraude INSS: investigado simulava ter profissões legais para justificar ‘vida de luxo’
A Operação Falsas Aparências desarticula um esquema de fraudes em prejuízo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Piauí. Nesta investigação, a Polícia Federal (PF) identificou pelo menos 100 benefícios com indícios de fraude.
Um dos investigados, segundo a PF, simulava o exercício de profissões legais como forma de justificar o alto padrão de vida exibido em suas redes sociais. Por isso, o nome da operação.
Conforme a PF, além dos mandados, Justiça Federal também determinou “o sequestro de bens e valores na quantia de quase R$ 3 milhões”.
Esse valor, de acordo com a PF, “correspondente aos prejuízos apurados até o momento, incluindo supostos crimes de lavagem de dinheiro atribuídos a um dos investigados”.
No decorrer das investigações, a PF identificou que os suspeitos de participar do esquema criminoso buscava por pessoas interessadas na obtenção de benefícios previdenciários e assistenciais promovendo a falsificação de documentos.
A documentação fraudulenta para requerimento dos benefícios estava presente tanto na esfera administrativa quanto judicial, incluindo papéis assinados por profissional da área da saúde.
“Apurou-se, ainda, que os investigados manipulavam advogados para a formulação dos pedidos dos benefícios fraudulentos. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro”, acrescentou a PF.
A investigação contou com a Força-Tarefa Previdenciária e Trabalhista, que possui membros da Polícia Federal (PF), do Ministério da Previdência Social (MPS) e do Ministério Público Federal (MPF).
A Operação Falsas Aparências desarticula um esquema de fraudes em prejuízo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Piauí. Nesta investigação, a Polícia Federal (PF) identificou pelo menos 100 benefícios com indícios de fraude.
Um dos investigados, segundo a PF, simulava o exercício de profissões legais como forma de justificar o alto padrão de vida exibido em suas redes sociais. Por isso, o nome da operação.
Conforme a PF, além dos mandados, Justiça Federal também determinou “o sequestro de bens e valores na quantia de quase R$ 3 milhões”.
Esse valor, de acordo com a PF, “correspondente aos prejuízos apurados até o momento, incluindo supostos crimes de lavagem de dinheiro atribuídos a um dos investigados”.
No decorrer das investigações, a PF identificou que os suspeitos de participar do esquema criminoso buscava por pessoas interessadas na obtenção de benefícios previdenciários e assistenciais promovendo a falsificação de documentos.
A documentação fraudulenta para requerimento dos benefícios estava presente tanto na esfera administrativa quanto judicial, incluindo papéis assinados por profissional da área da saúde.
“Apurou-se, ainda, que os investigados manipulavam advogados para a formulação dos pedidos dos benefícios fraudulentos. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro”, acrescentou a PF.
A investigação contou com a Força-Tarefa Previdenciária e Trabalhista, que possui membros da Polícia Federal (PF), do Ministério da Previdência Social (MPS) e do Ministério Público Federal (MPF).