HomedestaqueDuas penitenciárias do Piauí serão adaptadas ao padrão de segurança máxima federal

Duas penitenciárias do Piauí serão adaptadas ao padrão de segurança máxima federal

Duas penitenciárias estaduais do Piauí deverão ser transformadas para o padrão de segurança máxima, conforme o modelo implementado nos presídios federais. As mudanças constam no programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, lançado no dia 12 de maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O plano prevê um investimento total de R$ 11 bilhões. Estão previstas ações, como o fortalecimento das atuais Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), a compra de equipamentos e a promoção de 138 unidades prisionais para o padrão de segurança máxima.

Segundo o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), serão contempladas com o modelo de segurança a Penitenciária Bispo Sebastião Alves de Souza, em Buriti dos Lopes, na região norte do Piauí. A outra unidade ficará localizada na capital Teresina.

“O que vai ter é um apoio do Governo Federal para tornar algumas penitenciárias estaduais no padrão de segurança máxima das penitenciárias federais. Isso que vai acontecer. Claro que aqui no Piauí, que é a terra do secretário nacional de Segurança Pública, nós teremos algumas dessas penitenciárias adequadas para esse padrão de segurança máxima”, disse o governador.

Segundo o Palácio do Planalto, a “nova estratégia nacional” de enfrentamento às organizações criminosas está estruturada a partir de quatro eixos de ações para as quais serão destinados, ainda este ano, R$ 1,06 bilhão, além de uma linha de financiamento de R$ 10 bilhões.

– Asfixia financeira do crime organizado;

– Fortalecimento da segurança no sistema prisional;

– Qualificação da investigação de homicídios;

– Enfrentamento ao tráfico de armas, munições, acessórios e explosivos.

De acordo com o governo federal, os quatro eixos foram pensados como uma resposta apropriada a cada um dos pilares sobre os quais as facções criminosas sustentam seu poder: obtenção de lucros com as atividades ilícitas; comando das prisões, onde arregimentam mão de obra; falta de resposta/punição à violência letal e poder armado.

Fonte: com informações da Agência Brasil.

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